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Tráfico de Pessoas em Minas Gerais

Atuação Social

A Secretaria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (SEDS/MG) vem intensificando o trabalho de combate e prevenção ao tráfico de pessoas no Estado. Em 2012 ela criou o Programa de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Estado de Minas Gerais que integra a Política de Prevenção Social à Criminalidade de Minas Gerais.


 


O objetivo do Programa é articular a rede de enfrentamento ao tráfico de pessoas, que é composta por 23 instituições de várias áreas, promover o conhecimento sobre o crime e conscientizar a sociedade civil sobre sua importância, capacitar os profissionais e instituições envolvidos, e atender às vítimas e ao público em geral, por meio de seu Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (NEPT), em Belo Horizonte. 


 


O Programa registrou 34 casos deste tipo de crime em Minas desde 2012 e 216 pessoas em possível situação de violação de seus direitos. Desses casos, 28% eram referentes à exploração sexual, 28% referentes à adoção ilegal, 11% tratavam-se de casamento servil, e outros 33% sobre exploração laboral. 


 


De acordo com a SEDS/MG, o tráfico de pessoas é visto como uma forma moderna de escravidão, que fundamenta um mercado mundial bilionário, atravessado por inúmeras redes de atuação, sob o controle de organizações criminosas. Segundo informações do Escritório das Nações Unidas (UNODC) para o Brasil e Cone Sul, estima-se que cerca de 2,5 milhões de pessoas se encontram em situação de tráfico, hoje, no mundo. Cerca de 80% dos casos estão relacionados à exploração sexual e, nesse contexto, oito entre cada 10 vítimas são mulheres ou meninas – metade das vítimas tem menos de 18 anos. Um mercado que movimenta mais de US$ 30 bilhões ao ano, conforme projeções da OIT, o que representa uma lucratividade menor apenas do que a do tráfico de drogas e a do contrabando de armas.


Fonte: www.seds.mg.gov.br